Por vezes, ninguem assistiu
.......ao formidável enterro
.......da tua ultima quimera,
.......nem a solidão, que foi pantera,
.......companheira seprarável,
.......te abraçou, te carinhou, te beijou..
Acostuma-te ao escarro,
.......no barro que te formou...
.......inda trago no peito
.......o aperto suspeito
.......do cigarro que se fumou.
Ainda assim ficou a chaga
.......que sem suspeita te apaga.
.......Apedreja esta mão vil
.......que te afaga,
.......acende o cigarro que se apaga,
.......cospe na boca que te beija,
.......respira o ar que se desfaz
.....................(ainda que pobre),
.......e te abriga na terra
.......que te cobre.
tio ed 21/03/2007 (dia internacional da poesia)
.......
Nenhum comentário:
Postar um comentário