Às vezez sinto
que estou faminto
de ter voce.
Às vezes falo,
no meu embalo
não sei de que.
Às vezes calo,
porque se falo,
não sei dizer.
Às vezes digo,
outras me entrigo
e quero morrer.
Às vezes eu morro,
outars eu corro,
até me perder.
Quando me perco,
no mesmo cerco
sinto voce.
E quando voce se perde,
ah! quando voce se perde,
sinto possuir voce.
tio ed 17/11/1978
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