meu coração pulsa
em forma de poesia
(de poesia em forma).
As vezes, quando me expulsa,
não sei se escrevo para Maria,
ou, se de Maria, passo à Norma.
Sei que é pequeno
o espaço
que meu peito reforma.
Nao sei se me torno sereno,
nem sei se grande me faço.
Sê-de, meu peito, pequeno
prá coisa que me transforma.
(aos poucos eu só queria)
por vezes ter ao meu lado, Maria,
e outras, me deitar
nos braços quentes de Norma.
Tio ed 21/11/2003
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