Tu, que tocas meu peito,
enobrece minha alma,
faz-me viver,
relembrar poesias feitas
por estes punhos, por esta mente
que as tem de cor.
Tu, só tu as tornas tão infantis,
tão sem sentido,
que me ponho a pensar
nunca tornar a escrever.
Tu, que tocas meu peito,
empobrece minha alma,
faz-me ver,
relembrar poesias feitas
por esta mente demente,
que justos punhos recusaram,
o plantio de tais sementes,
tão sem sentido,
que ponho em meu pesar,
com meus punhos a pensar,
para nunca tornar a escrever.
tio ed 05/01/1979
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